Conheça a história de pessoas que amam a vida.

Ir. Sílvia Fonseca
Ir. Maria José Silva
Ir. Leonarda Reis Veiga
Ir. Hélia Inácia Monteiro
Ir. Amélia de Assis Castro
Maria Diana Azevedo
Olívia Maria Matas
Ir. Véra do Carmo Andrade
Ir. Maria Oneide Guedes Freitas
Ir. Luzia Maria Batista
Ir. Jane Aparecida de Faria
Ir. Ana Maria Ribeiro Fernandes
Thaísa Mara de Souza
Luana Keity da Silva Oliveira
Ir. Rosita
Ir. Mônica Maria Santana
Ir. Maria do Carmo Fraga
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Rafaela Moraes da Silva
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Ir. Celuta da Cunha Teles
Bruna Rodrigues
Justiane Ferreira
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Ir. Maria Edna Teixeira
Ir. Antônia Kelly Gaioso de Andrade
Ir. Maria da Glória Santos Silva
Natalina Melo
Giselle Ferreira
Denise Alencar
Adriana Soares
Fabiane Nascimento
Maria Clara
Jullyanne Nascimento
 

Ser Filha de Maria Auxiliadora, para mim, é fazer da minha vida uma entrega para os jovens, para que tenham vida em plenitude. A formação integral, centrada no bom cristão e no honesto cidadão, deve preparar o jovem para contribuir com a transformação da realidade. Um mundo novo é possível através de nós em comunhão com outras pessoas que desejam que o amor reine verdadeiramente entre os homens. O profetismo da Vida Religiosa é contribuir eficazmente para que o amor continue revelando a paz, a união, a verdadeira fraternidade, na gratuidade.

Fazer da vida esta entrega se torna envolvente, traz-nos felicidade. Amar... não tem limite até encontrar o limite do amor de Deus, que será eterno.

 

1960 – Uma noite, após o Natal, numa sala de aula, aproximadamente oito meninas com a Diretora, Irmã Nair Gonçalves, numa conversa boa sobre a vida... surgiu um “NOVO” para mim.

                Uma “noite”... um “NOVO” nasce!

                Primeira residência das Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora – na Cidade Livre, depois chamada Núcleo Bandeirantes, Brasília.

                O “brotar do novo” aconteceu: Ir. Nair, com um toque em meu ombro me perguntou:

                - Véra, você quer ser Irmã?

                Fiquei embaraçada, pois pensava que pobre não podia se fazer Irmã... Mas tomei coragem e respondi:

                - Quero sim!

                E deste sim comecei o meu processo de formação. Tinha 13 anos.

                Graças àquele toque, já estou comemorando, neste ano de 2019, 50 anos de consagração!

                Obrigada Ir. Nair Gonçalves!

                Obrigada meus Deus!

                Sou feliz! Sou FMA!

 

Desde a minha primeira comunhão, senti um encantamento pela pessoa de Jesus Cristo. Queria ser toda dele. Até que, em 1944, fui para o internato, colégio Maria Auxiliadora, em Silvânia-GO. Atraída pela bondade e alegria das Irmãs, pedi para entrar no aspirantado, em Belo Horizonte. De lá para o postulado e, depois, o noviciado, em Cachoeira do Campo.

Em 6 de janeiro de 1953, fiz a profissão religiosa. Trabalhei um ano no Orfanato Maria Auxiliadora, em Cachoeira do Campo, e, em seguida, fui para a Itália, Instituto Sacro Cuore, em Turim, onde passei quatro anos. Foi um tempo muito bonito de feliz realização da minha vocação. E hoje, a cada momento, eu repito: “Oh, qual sorte...”, que maravilha! Sou Filha de Maria Auxiliadora.

 

Presença de generosidade e alegria constante no meio das crianças, adolescentes, jovens e comunidade educativa. Minha vocação surgiu sentindo todos os dias a presença e a alegria das Irmãs no Colégio Pio XII.

Fui interna por 10 anos. Lá, respirei e foi vida para mim a alegria das Irmãs, o sorriso carinhoso, o cuidado como cada uma e o jeito simples e muito próximo com a gente. Manhã, tarde e noite eu sentia e percebia nos gestos, no olhar, na palavra, o carinho de cada uma.

Todos estes anos, convivendo com as Irmãs, nasceu no segundo ano de magistério (aos 17 anos) a vocação à vida religiosa consagrada.

FMA consagrada na alegria feliz peça opção: ser FMA.

 

Sou Ir. Raquel Vieira da Luz, tenho 35 anos de Vida Religiosa salesiana. Minha vocação iniciou com o contato com as Irmãs. Desde os seis anos de idade, ingressei meus estudos com as FMA no Patronato Madre Mazzarello, em Anápolis, participei do oratório aos domingos e continuei estudando no Colégio Auxilium. Ao ver a vida das Irmãs, a alegria que elas transmitiram e a doação às meninas pobres, me fez doar, também, minha vida a eles.

Sou muito feliz de poder ser FMA, procuro fazer tudo pela missão e me empenho cada dia na busca da presença de Deus que me sustenta por meio da oração, meditação e convivência fraterna com minhas Irmãs de comunidade.

Tenho sangue salesiano, respiro o Sistema Preventivo, amo a vida salesiana, se fosse para começar tudo de novo, faria com o mesmo entusiasmo.

Sou FMA realizada e feliz! Fazer parte dessa família salesiana é um privilégio e agradeço todos os dias a Deus por ter me escolhido para segui-lo e quero ser fiel até o último dia de minha vida.

 

Minha vocação é um dom do amor de Deus. O chamado a ser salesiana nasceu do testemunho alegre e feliz das Irmãs que eram dedicadas à missão educativa e pela presença no pátio. Presença-escuta, acolhida e doação.

Jesus Cristo era anunciado com a vida, e é essa vida feliz que busco viver junto às crianças e jovens onde estou, sendo também uma presença significativa para testemunhar o amor de Deus.

 

Sou Ir. Nádia Laurindo Chaves, tenho 37 anos de idade e 13 anos de Vida Religiosa. Nasci na cidade de Maceió, no estado de Alagoas, no dia 13 de julho de 1981, ano da primeira visita do Papa João Paulo II. Tenho duas irmãs, cresci no interior de Alagoas, numa família de comerciantes, educadores e políticos.

Aos 8 anos era encantada com a vida das irmãs claretianas, que moravam perto da minha casa, mas também era apaixonada pelas passarelas e pela advocacia. Comecei a desfilar aos 10 anos e daí em diante ganhei todos os títulos da cidade, chegando ao último título de miss, não pude continuar por proibição de meu pai. Passei por uma fase de muita rebeldia em casa e daí fui convidada a fazer um retiro com os jovens da cidade. O Evangelho do Filho Pródigo e a vida de Santa Teresa de Jesus me tocaram profundamente. Então, entrei num conflito entre dedicar a vida a Deus e ser advogada para defender as crianças pobres do oratório salesiano.

O discernimento veio por meio de duas frases: “O Senhor colocou-nos no mundo para os outros” e “Façamos o bem enquanto temos tempo”. E contra a vontade da família e dos amigos, deixei tudo para acolher o projeto misterioso de Deus, com a confiança no desconhecido caminho vocacional, na companhia fiel de Jesus Cristo.

 

Sou Irmã Mônica Maria Santana, vivo hoje o trigésimo sexto ano da minha profissão religiosa.

Experimento hoje como se fosse o dia seguinte da minha profissão. São ou foram, dias vividos com muita intensidade, com muitas alegrias, desafios e lágrimas também. Amizades construídas e provadas na dor.

Hoje, minha maior alegria é sentir-me nas mãos de Deus, Ele conduziu-me até aqui e continua sintetizando minha vida.

A minha história é escrita a três mãos: pela mão de Deus, de Nossa Senhora Auxiliadora e por minha mão.

 

Me chamo Ir. Maria Oneide Guedes de Freitas, tenho 31 anos de Vida Consagrada Religiosa Salesiana.

Sinto-me feliz, realizada e agraciada por ser Filha de Maria Auxiliadora. Minha vocação despertou como uma sementinha que foi lançada numa terra fértil e, aos poucos, foi crescendo, abrindo-se ao outro e ao grande Outro, que é Deus.

Ser Filha de Maria Auxiliadora, hoje, é poder entregar a vida com entusiasmo, em prol das crianças, adolescentes e jovens. São eles que dão sentido à minha vida consagrada.

 

O que me atraiu para a vida religiosa foi a convivência feliz das Irmãs do Colégio Auxilium, em Anápolis. Lá, eu estudava à noite e trabalhava durante o dia. Nessa convivência quase diária, foi ficando mais forte o meu desejo de me tornar também salesiana.

Para mim, o mais difícil foi deixar a convivência com a minha família, mas, com a graça de Deus, aos poucos, fui me preparando para essa resposta definitiva que já faz 37 anos, vividos com alegria e dedicação aos destinatários que me foram confiados.

Quando Deus chama, Ele dá a força da perseverança.

 

Sou imensamente grata a Deus pela minha vocação: FMA. Viver a vocação é um processo contínuo que vai se renovando e crescendo, tendo como base o amor de Deus que nos refaz, interpela e nos enche de alegria.

Como Maria, quero viver minha vocação com amor e alegria no cotidiano da vida. Sou muito feliz e agradeço a Deus por este grande dom.

 

Ser filha de Maria Auxiliadora é responder, com gratidão, ao chamado de Deus. É dizer Sim. Um sim que se prolonga durante toda a vida e se renova a cada dia.

Durante todos estes anos como religiosa, pude perceber que o caminho se faz seguindo os passos de Jesus, com Maria, com minhas Irmãs de caminhada, com a Igreja, com o povo e, principalmente, com os jovens.

 

Para mim, a alegria de ser FMA é viver a entrega a Deus, na comunidade, em meio à juventude, aos adolescentes e às crianças.

Sinto-me feliz por ser uma pessoa realizada em minha missão, na entrega sem reservas. Procuro viver em harmonia e paz, mesmo nas dificuldades da vida.

 

Na adolescência, buscando o que fazer da minha vida, sentia o desejo de me entregar toda ao Senhor. Percebi que a Vida Religiosa poderia ser um caminho, isto me deixou feliz. Conhecia as Irmãs do meu colégio, tive a oportunidade de conhecer outras congregações, mas fui sentido que na educação/formação de crianças e jovens poderia realizar meu sonho de evangelizar.

Quando revelei meu segredo a meus pais, minha mãe disse: “Filha, não pense que será fácil. Qualquer escolha que fizer para ser uma vida bem vivida não será fácil. O que sempre peço a Deus é que vocês sejam felizes”.

Hoje, depois de 34 anos de consagração posso dizer: sou muito feliz, os desafios fazem parte da caminhada, mas Deus está sempre conosco. A vida comunitária é um caminhar juntas e a missão é meio de realizar a entrega a Deus, razão de nossa vida... Sou muito feliz, só tenho o que agradecer a Deus e ao Instituto.

 

Mais que uma grande alegria, é um privilégio ser chamada a seguir Jesus, colaborando em sua missão e no projeto do Reino, vivendo a consagração do Batismo. Ser consagrada implica em optar por um estilo de vida fundamentada nos Conselhos Evangélicos, que se traduz no amor a Cristo e à Igreja, e também na convivência fraterna vivida em comunidade onde fortifica a ação apostólica.

Fui chamada muito jovem e hoje com meus 37 anos de votos, sinto-me feliz em fazer parte de uma família religiosa que tem seus fundamentos na devoção a Maria, como Mãe e Auxiliadora, e um grande amor à Igreja que, neste momento da história, pede-nos que estejamos em saída, livres das amarras que nos acomodam, e nos dá segurança.

 

Não tem como falar da alegria de ser FMA sem me emocionar, sem sentir o coração bater mais forte, na certeza que bate por uma razão maior e eu sei o porquê de cada batida, o amor da entrega, de escolher Deus para sempre.

Cada vez que penso nesse dom precioso que Deus me deu, meu coração transborda de alegria, e a única coisa que consigo fazer é agradecer a Deus por ter me chamado a ser FMA, por me chamar a dedicar toda a minha vida às juventudes, assim como fizeram nossos fundadores: Dom Bosco e Madre Mazzarello.

 

Ser FMA é levantar-se todos os dias, entregar-se no coração de Deus, receber os jovens no portão, olhar nos seus olhos e dizer bom dia com alegria e entusiasmo.

Ser FMA é ser presença discreta, forte e feliz no meio dos jovens, quer seja no pátio, nos corredores, nos encontros de grupos...

Ser FMA é ter um coração cheio de Deus para derramar entre as pessoas todos os dias.

Ser FMA é configurar-se com a pessoa de Jesus Cristo para ser presença amorosa, cheia de ternura, compaixão, alegria, paixão...

Ser FMA é superar-se para transfigurar-se em Jesus no chão das circunstâncias da vida.

Ser FMA é apaixonar-se pela própria vida em Cristo, pela vida do “outro jovem” e estar disponível para a construção do Reino de Deus, no chão das circunstâncias desafiadoras da missão!!!...

 

Há mais de 61 anos, Deus me escolheu e me conduz! Só o tempo me fez sentir e compreender o quanto Deus me ama e me fortalece no meu dia a dia. Sou muito feliz! Muito agradeço a presença de Maria, mãe e auxiliadora, e as comunidades por onde passei, que me ajudaram a ir superando, aos poucos, as minhas fragilidades e estar aqui seguindo o caminho que Deus me pede e me conduz. Sou uma FMA muito feliz!

 

Eu sou um projeto único e pessoal de Deus. Ele quis contar comigo para a realização da história da salvação. “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10). E me prometeu: “Não temas, eu estarei contigo” (Is 43,1-5). Assim, como disse para Moisés: “Vai, não tenha medo. Eu estarei contigo”, ele diz para mim continuamente.

Acreditando em suas palavras, eu vou caminhando. Acreditando e sentindo a sua presença eu vou me entregando à missão com as crianças, adolescentes e jovens no Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, tentando ser uma pedra viva nesse monumento de gratidão de Dom Bosco a Maria Auxiliadora, que tudo fez em sua vida.

 

Sou Ir. Hélia Inácia Monteiro e sou Filha de Maria Auxiliadora há 31 anos. O chamado a seguir Jesus, deixando tudo para pertencer a uma família religiosa e entregar a vida pela evangelização dos jovens, aconteceu-me aos 18 anos de idade, quando eu já era professora em uma escola salesiana, onde eu havia estudado até a 8ª série. Ao conviver com as Irmãs e com os alunos e sentir a grande alegria de participar, de doar o melhor de mim, fui ampliando também minha presença na Igreja, no grupo de jovens, no oratório festivo e fui sentido que gostaria de adotar este estilo de vida para sempre. Assim comecei a participar de encontros vocacionais, encontros de jovens que me ajudaram a entender a profundidade do chamado de Deus e a responsabilidade que eu tinha de dar uma resposta ao Deus da vida, que me chamava e me chama a cada dia a ser sinal do amor para as crianças, adolescentes e jovens, especialmente para os mais pobres.

A congregação me proporcionou experiências lindas de formação, ajudando-me a compreender e amar o jeito de viver como Dom Bosco e Madre Mazzarello, nossos fundadores. Por isso, com alegria, continuo renovando a cada dia minha resposta a Deus, buscando ser fiel ao seu chamado de seguir Jesus, nas trilhas de Dom Bosco e Madre Mazzarello.

 

Sinto-me muito feliz em ser FMA, perceber a sabedoria divina na dinâmica do meu chamado. Ele me chamou sem dizer como seria. Eu respondi ao seu convite há 35 anos. Em todos os momentos, Ele caminhou comigo, vislumbrando passo a passo da minha caminhada. Nos momentos mais difíceis, me carregou no colo, pois seu cuidado amoroso e fiel nunca me abandonou.

Meu coração canta de alegria e gratidão pelo dom da minha vida-missão em favor das crianças, adolescentes e jovens.

“Eu vim para que todos tenham vida”. A minha vida é um presente de Deus e o que eu faço dela é o meu presente para o Senhor.

 

“Aquele que chama é fiel.”

 

Vocação é esta busca de ir respondendo no cotidiano a este chamado de Deus. É ter um coração “povoado” por Deus e pelos irmãos. É ser grata à fidelidade de Deus que está sempre presente na minha vida e nas minhas buscas. “Tudo por causa de um grande amor”.

 

“Maria, minha mãe terna e amável, contigo quero aprender a dizer: eis-me aqui!”

 

Como bem nos diz Dom Bosco: “Nossa vida é um presente de Deus. O que fazemos dela é o nosso presente a Ele”. É uma grande alegria fazer de nossa vida sinal e expressão do seu amor.

Ser salesiana é buscar viver cada dia, conforme nos ensinou Dom Bosco e Madre Mazzarello, é a paixão pela vida e pelo Senhor da vida, doando-nos por inteiras na missão a nós confiada.

Maria, nossa mãe e Auxiliadora, nos protege com seu manto de amor e nos convida a sermos, a seu exemplo, também Auxiliadoras na vida de tantas crianças e jovens.

 

Sou Ana Maria, filha de Antônio Fernandes e Maria Eva, já na eternidade. Tenho 11 irmãos e 149 sobrinhos. Amo muito minha família, na qual nasceu a minha vocação. Sou goiana, natural de Bela Vista de Goiás.

Neste ano de 2019, estou celebrando Bodas de Ouro – 50 anos de vida consagrada, como Filha de Maria Auxiliadora, salesiana de Dom Bosco e Madre Mazzarello, fascinada por Deus.

Posso afirmar que encontro dificuldades, desafios, obstáculos, cruzes, próprios de quem segue Jesus de verdade... Mas sempre sou ancorada pelo Pai Eterno, iluminada e fortalecida pelo Espírito Santo e Jesus, Irmão querido que nunca me abandonou. É uma presença viva passo a passo. É grande a alegria!

Centenas de crianças, adolescentes, jovens e adultos já passaram na minha vida e tenho a alegria de deixar a eles simplesmente o amor a Jesus. É o meu objetivo.

Se você, jovem, sente no seu interior um chamado de Deus, não lhe negue o seu SIM! VALE A PENA!

Vale a pena ser de Jesus para sempre! Coragem! Deus faz o resto.

 

Há 53 anos sou uma FMA. Sigo feliz construindo dia a dia este caminho, no seguir Jesus Cristo com fé, coragem e na disponibilidade ao projeto de Deus.

O Sim de Maria me impulsiona a dizer Sim a Deus na missão diária junto à juventude.

Já passei por dificuldades, medos e dúvidas, mas a graça de Deus foi forte e me ajudou a superar tudo isto.

Minha alegria é contar com a fidelidade de Deus e sigo feliz esta vocação, disposta a abraçar a vida em favor da vida de tantas pessoas. Deus conta comigo e me abraça com seu infinito amor.

 

Maria Diana Aguiar Azevedo - Inspetoria Santa Teresinha (BMT) – Noviça

 

Sou indígena, da etnia Tukano, de São Gabriel da Cachoeira-AM, tenho 24 anos. O chamado vocacional iniciou por meio da presença das Irmãs Salesianas - Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) na minha pequena cidade Pari cachoeira, na qual as irmãs exerciam um trabalho muito bonito com o povo, principalmente com os jovens, animavam as pastorais, davam formações e viviam felizes.  Participando de um dos encontros juvenis que tinha como tema “O Projeto de Vida Pessoal”, me questionei e refleti sobre “Qual é o sentido da minha vida? O que Deus quer de mim?”.

Olhando a vida das irmãs e a missão delas com o povo me senti atraída e algo no meu ser me deixou inquieta. Foi então que decidi fazer a experiência vocacional e manifestei o meu desejo à minha família e às Irmãs. Foi então que no ano de 2015, após concluir o Ensino Médio, resolvi dar início à etapa formativa do Aspirantado. Sou feliz por ter dito o meu “SIM” à vocação salesiana, pois sinto que Deus me sustenta através das pessoas que coloca em minha vida. SOU FELIZ POR SER SALESIANA INDÍGENA!

 
 

Rafaela Moraes da Silva – Inspetoria Laura Vicuña (BMA) – Noviça

 

Tenho 25 anos e sou de Porto Velho - RO. Meu despertar vocacional se deu quando entrei para cursar o 6º ano no Instituto Maria Auxiliadora, onde conheci as Filhas de Maria Auxiliadora (FMA).

Desde pequena sentia uma forte atração por tudo o que falava de Deus. O testemunho de fé de meus pais em casa e na comunidade, as leituras de histórias de alguns santos, a vivência de pessoas leigas envolvidas nas pastorais e de meninos e meninas que ainda pequenos dedicavam-se em servir ao Senhor como coroinha me atraíam de uma certa forma que perguntava à minha mãe: não posso ser igual a eles? O sonho de ser coroinha estava entrelaçado com o desejo de conhecer e amar mais a Deus e descobrir sua vontade em minha vida. Para mim era um mistério que foi se revelando na caminhada com minha família, na vivência de fé na paróquia em que participava e na escola onde conheci a Espiritualidade Salesiana.

Sendo acompanhada pelas Irmãs, no colégio, pude perceber o quanto Deus nos ama infinitamente e que seu amor se demostra em todo o nosso ser. Foi no testemunho de doação alegre e fiel delas que senti o chamado que Deus me fazia para essa missão de amor.

E você? Já descobriu sua missão? Sua vocação? Fique atenta(o) à voz e aos sinais de amor e de Deus em sua vida. Certamente descobrirá que Ele quer a tua felicidade! Coragem! Sua vida pode mudar o mundo!

 

Bruna Rodrigues Lôbo – Inspetoria Madre Mazzarello (BBH) – Noviça

 

Estudei 13 anos com as irmãs salesianas no colégio Instituto Auxiliadora, de Silvânia – GO. Foram anos fecundos, recebi uma educação que me cativou pela acolhida e presença amiga das irmãs e dos educadores, ali era a minha segunda casa. Durante o Ensino Médio, discernindo o que eu faria depois que terminasse o terceiro ano, percebi que tinha o desejo de colaborar com a Família salesiana e logo senti que queria também semear amor e alegria aos jovens através da educação, assim como as Irmãs. Concluí os estudos em 2014, e, já no ano seguinte, entrei para a formação salesiana. Sou muito feliz na escolha que fiz, e, a cada dia, aumenta a convicção de que vale a pena SEGUIR JESUS CRISTO SENDO SALESIANA!

 

Natalina Melo - Inspetoria Santa Teresinha (BMT) – Noviça

 

Sou indígena, da etnia Tariana. Pertenço ao Estado do Amazonas, de um lugar chamado Iauaretê, que faz divisa com a Colômbia. Nesse local só temos a presença da congregação salesiana. Desde minha infância já pensava em ser religiosa, por isso, ao longo da minha adolescência, fui correspondendo ao chamado de Deus, por meio dos vários movimentos festivos e espirituais promovidos pelos salesianos. Foi onde e quando despertou o chamado de Deus para minha vida. Principalmente ao ver o trabalho realizado pelos padres e pelas irmãs, na missão com a juventude. Isto fez com que conhecesse mais de perto o Cristo Jesus no outro, por meio do Instituto das FMA. Na formação, dei os primeiros passos como aspirante, postulante e agora como noviça do 2° ano, que é um tempo de graça. Me sinto feliz, buscando ser um instrumento do Senhor no meio da juventude mais necessitada. É uma maravilha sentir o amor de Deus na missão confiada a mim e no chamado que Ele me fez para ser FMA.

 

Olívia Maria Matas – Inspetoria Maria Auxiliadora (BRE) – Noviça

 

Sou de matriz de Camaragibe – AL. Desde criança fui educada à fé cristã por minha mãe, que sempre me incentivou a buscar os Sacramentos e me acompanhava para que eu não desistisse em momento algum. O despertar vocacional surgiu a partir do momento que decidi retribuir como forma de agradecimento tudo aquilo que havia recebido como formação humana e cristã, no Centro Juvenil Dom Bosco, casa que acolhe, evangeliza e se vive como amigos e com alegria. Foi nesse ambiente juvenil que eu percebi que faltava algo mais desejoso e que eu precisava responder a esse desejo, e, através dos salesianos e salesianas pude viver uma experiência vocacional, na qual pude compreender o chamado de Deus... O chamado a trilhar um caminho de perseverança e fidelidade do seu projeto em minha vida.

 

Luana Keity da Silva Oliveira - Inspetoria Santa Catarina de Sena (BSP) – Noviça

 

Desde criança sentia algo especial pelas coisas de Deus. Cresci em uma Igreja Evangélica e, aos 9 anos de idade, comecei a frequentar a Igreja Católica. A partir disso, fui sempre ativa na paróquia e conheci, por meio de um amigo, o Oratório Salesiano Festivo que, em minha cidade era assumido por leigos, pois não há presença das irmãs ou dos padres salesianos. Através do oratório tive a oportunidade de fazer minha primeira “Semana Missionária” e descobri que aquele algo especial que sentia pelas coisas de Deus me movia a doar-me pelo bem das pessoas. Uma colega de oratório me apresentou uma Irmã Salesiana e então comecei o acompanhamento vocacional em 2010. Porém, minha mãe não permitiu que eu entrasse com as Irmãs nessa época, então continuei minha juventude tentando me desviar desse chamado que ressoava no fundo do meu coração. Assim como o profeta Samuel, não compreendia a voz de Deus, estava eu a fugir da voz Dele. Até que, em 2014, retomei o contato com as Irmãs, pois não podia mais calar a voz que ecoava em mim, e como Samuel disse ao Senhor, eu disse também: Fala, Senhor, que tua serva escuta! Ele me chamou para viver a serviço da juventude e doar minha vida para que as pessoas encontrem, em Cristo, a felicidade e a fonte da vida. Por isso, com alegria, sei que a ternura e a fidelidade de Deus me acompanham todos os dias de minha vida!

 

Isadora Chiliani Oliveira – Inspetoria Santa Catarina de Sena (BSP) – Noviça

 

A vocação é dom e presente imensurável de Deus. E para mim, a vocação Salesiana, para a qual fui chamada, foi um dos maiores presentes que Deus me concedeu. Hoje sou muito feliz por responder a esse chamado, por ter encontrado aqui o sentido pleno e total de minha vida. Como ex-aluna das Irmãs Salesianas, desejo imensamente levar o amor e a alegria para os jovens, da mesma forma como eu recebi quando aluna. As irmãs foram sinais de Deus para mim e o testemunho delas me tocou profundamente, o que me fez questionar a possibilidade de percorrer esse caminho e encontrar a verdadeira felicidade. Hoje estou no 2º ano do Noviciado, prestes a dar o maior passo de minha vida, na Consagração total a Deus como Filha de Maria Auxiliadora (FMA). Seguir o caminho do Senhor e realizar plenamente a sua vontade é a maior felicidade que alguém pode encontrar.

 

Justiane de Jesus Pinheiro Ferreira - Inspetoria Santa Teresinha (BMT) - Noviça

Sou natural da Amazônia, indígena, da etnia Tucana. O convite ao chamado do Senhor e a descoberta de minha vocação começou dentro de minha família e com meu povo. O que me chamou atenção foi o trabalho dos salesianos, a dedicação, a alegria e a espiritualidade. A partir daquele momento senti mais forte o chamado do Senhor. E, estando na congregação salesiana, o sentimento é de GRATIDÃO. Sinto que realmente a escolha que fiz de ser salesiana vale a pena, vivendo na alegria, me doando e escutando a voz do Senhor. Assim como Maria deu o seu “sim”, também dou o meu “sim” ao chamado do Senhor. Agradeço a Deus seu chamado para fazer parte de seu rebanho. “Servir ao Senhor mais de perto”.

 

Giselle Ferreira dos Santos – Inspetoria Maria Auxiliadora (BRE) – Noviça

 

Meu primeiro contato com as Irmãs Salesianas surgiu quando fui para um encontro vocacional, no qual os padres Salesianos, que me acompanhavam, me indicaram. Participando e atuando no Oratório e na Paróquia Salesiana de minha cidade, surgiu o desejo de conhecer mais de perto o ramo feminino religioso. Assim, ao participar dos encontros mistos dos salesianos e salesianas fui me apaixonando ainda mais pela vida e o carisma de Dom Bosco e Madre Mazzarello, figuras que revolucionaram seu tempo no trabalho frente às juventudes.

 

Denise Menezes Alencar - Inspetoria Santa Teresinha (BMT) – Noviça

Sou Denise, indígena, da etnia Tukano (Amazonas), na qual, pela cultura, recebi o nome de Pirõ Duhió. Tenho 24 anos de idade, sou Noviça do primeiro ano da Congregação Filhas de Maria Auxiliadora, ou Salesianas de Dom Bosco.

Neste estilo de seguimento a Jesus Cristo, guiada pela doce presença de nossa Mestra, Maria, o carisma salesiano me encantou desde o início de minha adolescência, pela alegria, vivacidade, santidade e testemunho de vida que as Irmãs Salesianas davam.  Na alegria de ser indígena, acredito muito que posso contribuir nessa missão pelo Reino de Deus e a testemunhar esse mesmo encanto aos jovens e entre os jovens, onde estiverem. Tudo começou de forma simples, porém o chamado me tocou profundamente, levando-me ao discernimento pela opção de viver esta missão: sendo jovem e anunciando Jesus na alegria e entre os jovens. Desafios sempre haverá, e motivos para superá-los também. Meu ser indígena só tem a contribuir e enriquecer a missão, pois a diversidade, caminhando de mãos dadas, resulta em unidade. Ouso dizer que estar atenta aos sinais de Deus e a confiança em Maria, sua fiel discípula e nossa Mestra, é importante em nossa vida. Daquilo que vivi até aqui, agradeço a Deus, à família biológica e a esta nova família a qual pertenço. Seguir em frente, avançar para as águas mais profundas, seguir sempre de olhos fixos em Jesus na alegria, assim como nossos Santos fundadores, São João Bosco e Santa Maria Domingas Mazzarello o realizaram plenamente. E’katiró me’rã! (Com alegria!)

 

Adriana Soares - Inspetoria Santa Teresinha (BMT) – Noviça 

Minha infância foi entre as Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) / Irmãs salesianas e, desde criança, sentia-me atraída pelo testemunho delas. Quando completei 14 anos, um reencontro com uma delas me fez reviver aquele sentimento, então senti arder mais forte dentro de mim a vontade e o desejo de ser Irmã, porém deixei guardado comigo. Aos 16 anos tive coragem de manifestar essa inquietação a uma Irmã e então fui por ela acompanhada. E dentre os demais desejos, o maior era este, por isso, assim que concluí o Ensino Médio e completei 18 anos (em janeiro) ingressei (passei na prova para a faculdade, mas preferi entrar para fazer a experiência) no Aspirantado. Hoje estou no noviciado e sou/estou feliz na decisão que escolhi.

 

Fabiane do Nascimento Rosa - Aspirante BRJ

Sou uma jovem, filha do meu tempo... Isso significa: com o coração cheio de sonhos, esperanças e aspirações, como qualquer outra jovem! O que trago no coração sempre foi um motor que me levou a buscar sempre mais da vida. Sim, eu percebi que as coisas não me completavam, não me satisfaziam, faltava um sentido para minha vida. Estar na casa de Deus, estar trabalhando na comunidade paroquial sempre foi muito bom, trabalhava na catequese, participava de grupo jovem, era coroinha, mas faltava ainda alguma coisa. Hoje sei que o que faltava era o brilho nos meus olhos. Sim, eu buscava o Senhor da minha vida e hoje eu digo a vocês que eu O encontrei, e encontrei no serviço à Juventude (que Dom Bosco e Madre Mazzarello tanto amava)! O Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, onde eu realizo o meu discernimento vocacional, é uma família religiosa que tem como Carisma responder às aspirações dos/das jovens, sendo para eles/elas sinal do amor de Deus. Esta família traz consigo alguns valores que a distingue, tais como o otimismo, o espírito de família, a alegria... Com esses valores senti o meu coração aquecer a tal ponto que me sinto, hoje, feliz e posso dizer que aposto nisso, coloco nisso a minha vida, as minhas energias, os meus sonhos e, passo a passo, vou me realizando nesta resposta que dou, diariamente vivendo - em Comunidade - na alegria de ser toda de Deus para o bem da Juventude.

Há três anos iniciei o meu discernimento vocacional com as Irmãs Salesianas. Desses três anos, um foi realizado por meio de encontros periódicos com a Irmã diretora que me acompanhou (Ir. Cláudia). Nos dois outros anos, pude fazer a experiência de construir comunidade com as Irmãs (morando com elas), tendo como norte para o discernimento os três pilares (Missão, Oração, Comunidade).

Na missão tive uma experiência incrível de ser assistente, acompanhar as crianças e os jovens de perto, ver a mudança na vida deles por intermédio do nosso carisma.

Na oração pude aproximar mais de Deus, tomando cada vez mais gosto por aprofundar a minha vida diante d'Ele.

Na Comunidade fiz a experiência de ser irmã, estar junto e construir a fraternidade juntas.

Depois desses três anos de discernimento, senti que estava preparada para mais um passo na minha caminhada vocacional. E com o coração apertado, porém alegre e em paz, fui enviada pela Inspetoria BRJ para o Aspirantado na Inspetoria BRE, onde me encontro hoje realizando mais um passo da minha caminhada, caminhada essa que me faz sentir a cada dia estar vivenciando a vontade de Deus na minha vida.

 

Maria Clara de Assis Silva - Postulante BRE

 

"Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi” (Jo 15,16)

Na certeza de que fui escolhida em minha adolescência por Deus para dar um “SIM” a Ele que mudaria a minha vida, sigo uma caminhada vocacional sempre lembrando desse primeiro amor que aqui me trouxe, e que me faz viver todos os dias nesta certeza de que sou feliz fazendo a vontade do Pai. Acredito sempre que Deus, ao planejar nossas vidas, além de trilhar conosco este caminho, faz com que na simplicidade cotidiana percebamos que o ordinário se faz extraordinário.

E comigo não foi diferente. Nessas vivências diárias, Deus me conduziu onde estou hoje. Ainda quando pequena, por motivos familiares, precisei mudar o lugar onde residia com minha família, e com isso conheci o carisma salesiano, carisma este que desde então me encantei e procurei vivê-lo com intensidade e alegria. Ao longo desse processo de conhecimento, esse carisma tão juvenil que me entusiasmava fez com que cada dia mais eu tivesse sede de vivenciá-lo. Dentre tantas pastorais e movimentos da igreja, aos poucos, envolvia e buscava no dia a dia ter uma experiência com Deus através de irmãos e irmãs.

Em meio a esse percurso em que eu caminhava, muitas dificuldades, incertezas, dúvidas e medos existiam dentro de mim, e o que me fez seguir sempre em frente foi a certeza de que o mesmo Deus que me chama, me conduz nessa estrada, e tudo aquilo que muitas vezes parecia me levar a desistir era superado por uma força maior que brotava de dentro, como uma árvore que primeiro cria raízes para só depois ser vista pelas pessoas.

Hoje, estou num processo formativo na congregação das Filhas de Maria Auxiliadora, e confesso dizer que a experiência de fazer a vontade de Deus é sempre realizadora em cada um(a) de nós, a felicidade é verdadeira quando estamos em comunhão com aquele que é o autor da nossa história. Sigo então um caminho de descoberta, no qual, com a vida fraterna, sou capaz de crescer e frutificar os dons presenteados por Deus em minha vida. 

 

Jullyanne do Nascimento Rodrigues - Aspirante BRE

 

No período de discernimento, podemos nos perguntar, o que Deus quer de nós?  Qual caminho devemos seguir? Essas são duas de várias perguntas que passam na nossa cabeça ao falar de vocação religiosa. 

Comigo não foi diferente. Ao receber o chamado de DEUS, através de uma irmã salesiana, apareceram indagações, acompanhadas pelo medo do novo, mas, me fiz disponível para dizer: "Eis que venho fazer, com prazer, a vossa vontade, Senhor".

Porém, esse "Eis-me aqui" não é fácil. Ao anunciar a minha vocação (Para familiares e amigos), houve opiniões diversas, no entanto, por meio das orações, me mantive "de pé". 
Ingressei no aspirantado no dia 3 de fevereiro de 2017. Guardo em minha lembrança o momento de acolhida, pois sabia que aquele instante marcaria o início de um grande discernimento vocacional.

A busca de conhecer mais o Instituto e o carisma salesiano trouxeram-me até aqui, e o que me faz continuar esse processo é saber que Deus tem um projeto para cada um(a) de nós. Resta-nos descobrir esse projeto para vivê-lo bem, pois uma "vocação acertada é um futuro feliz!" 
No mais, devemos deixar a voz de Deus ressoar  em nossas vidas e estarmos atentos(as) ao chamado Dele, e, como diria a primeira vice geral do nosso Instituto: "Que seja sempre feita a vontade de Deus, sempre a vontade de Deus".