Conheça a história de pessoas que amam a vida.

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Ser Filha de Maria Auxiliadora é ser e ter a coragem de caminhar com entusiasmo, fé e esperança.

Como base, o seguimento de Jesus Cristo nos pede constância no dia a dia e alegria na doação.

Estar com o jovem, criança, adolescente é o complemento de minha caminhada.

A comunidade religiosa, hoje, com poucos membros, é o lugar de conversão, partilha, compreensão, amizade, lugar onde crescemos como pessoa humana e cristã.

A experiência Mariana é o que me leva a ter sempre ânimo de continuar dando os passos rumo à casa do “Pai”.

O “sim” de Maria alimenta o meu “sim”!

 

Recebi dos meus pais, especialmente de minha avó materna e de minha mãe a iniciação cristã. Família numerosa: 10 filhos; 9 irmãs e um irmão.

Meu pai João, homem honesto, trabalhador, responsável e pai carinhoso.

Minha mãe Maria de Lourdes, dedicada nos trabalhos de casa, cuidado dos filhos e piedosa.

Meu pai e minha mãe, com amor, ofereceram uma educação cristã aos filhos nas escolas dos Salesianos e Salesianas de minha terra: Ponte Nova.

Aos 12 anos, 6ª série ginasial, senti o chamado de Deus através de uma fala de uma Filha de Maria Auxiliadora. Meu pai não aceitou: queria que eu, formada, ajudasse na educação de meus irmãos.

Guardei minha vocação Salesiana até os 19 anos, quando minha avó materna me trouxe para BH e no Pio XII fiz o Aspirantado e Postulado durante 10 meses. Terminei o Noviciado em Cachoeira do Campo-MG e fiz a profissão em 24/01/1961.

Grande alegria senti ao pronunciar os primeiros votos e sucessivas renovações. Quando fiz os votos perpétuos, o coração disparou de alegria!

Iniciei minha Vida Religiosa Salesiana no Colégio Auxilium, em Anápolis-GO, onde fiquei os 6 anos. Minha diretora, Ir. Nair Gonçalves, de saudosa memória, cuidava com carinho das junioristas! Depois de 6 anos lá, as trocas que exigiram desprendimento foram: Pará de Minas, Silvânia, Macaé, São João Del Rei, Ponte Nova, Belo Horizonte, Uberlândia, Ponte Nova...

Já são passados 58 anos. Com alegria, gratidão e esperança agradeço às Inspetoras, Diretoras, Irmãs, aos pais e alunos que fizeram parte da minha vida nesses anos todos!

Sou muito feliz por ser Filha de Maria Auxiliadora...

Minhas 8 irmãs e meu irmão também estudaram em escolas Salesianas.

Os lutos chegaram: duas irmãs morreram muito cedo: 24 e 33 anos. Grande foi o sofrimento dos meus pais. Agradeço a Deus os 88 anos do meu pai e quase 95 de minha mãe. Foram receber o prêmio dos que fazem a vontade do Pai.

A bondade de Deus nos acompanham nos momentos de alegria e sua força nos momentos tristes.

Sou eternamente grata a Deus e a Mãe Auxiliadora, que foram presença forte em nossas vidas.

 

Ser Filha de Maria Auxiliadora é motivo de muita alegria em ser filha de Maria, mãe de Deus, mãe da humanidade, sem distinção de raça, credo, cor, status social e de Maria, com o título de Auxiliadora, ou seja, estar atenta e disponível para ser auxílio, ajuda e contribuição.

Ser FMA, com o carisma Salesiano, identidade da preventividade do estar no meio e ser um com todos é maravilhoso. Receber de Dom Bosco e de Madre Mazzarello a graça de viver e trabalhar com a juventude, ajudando-a a ser protagonista, a continuar a história vivida e ensinada por Jesus é graça de Deus.

 

Ser Filha de Maria Auxiliadora para mim é realizar o sonho de Deus sobre mim. Ainda informe, Ele me olhou e chamou-me pelo nome. Desde toda a eternidade fui chamada à medida que fui aprofundando este chamado, dei a minha resposta. Esta resposta se faz a cada dia. Um passo de cada vez, construindo minha história.

Esta história é tecida dos momentos simples da vida. Não realizo grandes coisas, mas o que faço, estou toda inteira. Uma das grandes alegrias de ser FMA é poder encontrar com crianças e adolescentes e poder olhar em seus olhos, dar um abraço, um beijo, um aperto de mão. Nestes gestos simples, sinto que há um encontro.

Na comunidade, gosto de trabalhar na gratuidade, procurando dar o melhor de mim. Sou muito feliz na minha vocação e agradeço a Deus todos os dias pelo meu chamado.

 

Sou Irmã Maria Carolina Ribas, natural de Curitiba-Paraná, há 72 anos Filha de Maria Auxiliadora. Não conhecia as Salesianas até os 18 anos, ocasião em que, como bolsista de curso de orientação educacional, tive a alegria de ser escalada como hóspede no Colégio Santa Inês de São Paulo. O primeiro contato com as Salesianas quando, do alto da escadaria do Santa Inês, Irmã Palmira Chisoni acenou para o grupo do Paraná, Bahia, Mato Grosso e Santa Catarina. Tocou-me este gesto.

Em Curitiba já havia convivido com as Irmãs da Divina Providência nas reuniões das Filhas de Maria, com as irmãs que acabavam de chegar, morando numa residência próxima à minha casa. E nada aconteceu!

Mas no Santa Inês, o Senhor me esperava para segui-Lo com as jovens do internato. Durante seis meses fui aprendendo o que era ser Filha de Maria Auxiliadora. E decidi entrar.

Recebi muito apoio de Madre Carolina Mioletti e de Irmã Palmira, tanto é que a provincial me disse que este tempo valeu como meu aspirantado.

Deus me chamou e eu O segui deixando minha mãe, viúva, que me apoiou. Olhando para trás, após 72 anos de Vida Religiosa, elevo minha prece a Deus por tudo que recebi, vivi, dei, na paixão pelas jovens na escola (Pio XII, de modo especial) e nas várias tarefas que a obediência me confiou.

Hoje só tenho gratidão a Deus e às queridas superioras que tanto me ajudaram: Madre Carolina e Madre Palmira.

 

Vocação Religiosa Salesiana!

E Deus, na sua busca do ser humano, entra no espaço sagrado de um pedacinho de terra escondido em um lugar tão distante, na vida de uma menina alegre, curiosa e sensível aos toques do amor de Deus, em uma família de fé.

Os seus “toques” marcam minha vida através de pessoas e oportunidades até desconcertantes que extrapolam meu pequeno mundo: Ponte Nova, Irmãs Salesianas, Escola Doméstica. E no discernimento, acompanhada pelas Irmãs e por Padres Salesianos, pude dar meus passos de fidelidade na resposta a um chamado tão maior do que eu, a um Deus que eu buscava no meu desejo de amar e ser amada.

O meu “sim” vem sendo aprofundado nos “sins” de cada dia, na resposta nunca completa, mas fiel e comprometida diante do grande amor de Deus que me renova com sua presença em cada experiência vivida.

Em minha pequenez sinto a grandeza de uma missão, confiada a mim, fortalecida pela presença materna de Maria e com a confiança de que “o Senhor me segura com as tuas mãos” e guia meus passos, muitas vezes inseguros e frágeis.

 

Sou realizada e muito feliz em minha vocação de Filha de Maria Auxiliadora.

Sinto que fui chamada por Deus!

A frase evangélica “Onde está o teu tesouro, aí está o teu coração” estava sempre presente na minha vida de estudante. Até que percebi que o meu tesouro só podia ser Jesus. Foi aqui que senti o chamado para me consagrar a Ele. Esta passagem continua me martelando, o que me ajuda muito a colocar Jesus no centro da minha vida.

 

Me chamo Efigênia Fernandes de Oliveira, tenho 58 anos de vida e 29 de profissão Religiosa Salesiana. Sou uma Filha de Maria Auxiliadora feliz por me sentir realizada pessoalmente como mulher, cristã, cidadã, educadora, consagrada a serviço do Reino de Deus.

Neste seguimento de Jesus Cristo que chama porque os ama sinto-me enviada a cada dia em missão a percorrer com crianças, adolescentes, jovens, Irmãs, Igreja, Povo de Deus, um caminhos de santidade, segundo o coração de Deus. Na alegria e na certeza de que o Espírito Santo reza em mim e me ajuda a cada dia a dizer com e como Maria: “O Senhor fez em mim maravilhas!”.

Gratidão, Senhor!

 

Seguir Jesus Cristo é entrega, é deixar tudo e partir, é lutar para conseguir encontrar-se e viver o chamado.

Lutei para chegar a completar meus mais de 60 anos de profissão religiosa.

Ser Filha de Maria Auxiliadora é testemunhar, é procurar amar as Constituições e ser sinal de pertença. Um obrigada a Deus e ao Instituto por ter confiado em mim.

Continuar minha missão com Maria na frente e abrir meu coração para minha vivência.

 

Quando senti o chamado de Deus na pré-adolescência, eu me perguntei: Por que quero ser religiosa? Quero ser religiosa para amar muito Nossa Senhora e fazer que Ela seja amada por muitas pessoas.

Foi o que me sustentou nesta caminhada e na missão.

Houve muitos altos e baixos, vitórias e fracassos... momentos difíceis de provação... O que me sustentou foi a certeza do grande amor de Deus e a resposta à missão, vendo diante de mim tanta juventude sedenta de Deus, outras enfrentando tantos desafios, dificuldades, necessitando de uma pessoa amiga que lhes mostrasse o caminho e as ajudasse no seu discernimento.

Quando olho para trás, depois de 62 anos de vida religiosa, agradeço e louvo a Deus pelo seu grande amor para comigo; foi sua mão que me sustentou e sustenta até hoje.

 

Os momentos de felicidade são incontáveis porque Deus me chamou. Consagrei-me a Ele para servi-Lo na evangelização. Obstáculos na caminhada foram muitos. Desistir? Nunca! A graça da Eucaristia foi e é meu sustentáculo, minha força.

Sou feliz na casa de Deus. Como Salesiana eu repito: “Uma só coisa peço ao Senhor: habitar em sua casa todos os dias de minha vida”.

 

Ser Filha de Maria Auxiliadora para mim é a evidência de amor incondicional de Deus na minha vida. Tenho certeza de que, se dependesse de mim, eu não estaria aqui, hoje.

Sou frágil na fé, na esperança e no amor... e afinal, são 56 anos que Deus-Amor é fiel em mim. Aliás, seu amor me acompanha por toda a minha vida de 80 anos!

No momento de minha entrega da consagração ao amor, não fui eu que decidi. Eu queria certezas... Mas houve “anjos” enviados por Ele como seus mensageiros que me deram coragem para me jogar, apesar do escuro do horizonte.

Meu projeto começou “semente” e o Pai, pelas mãos de Maria, foi regando a planta que ainda quer produzir muitos frutos.

Ainda não sou a FMA que sonhei... Mas sou feliz por estar a caminho e disponível para que “se faça em mim a vontade do Pai”, pelo bem dos jovens e crianças cujos caminhos, de alguma forma, cruzarem os meus.

 

Ser Filha de Maria Auxiliadora é ser apaixonada pela vida e pelo Senhor da Vida. É colocar-se a serviço da juventude para que tenham vida e vida em abundância.

É ser auxiliadora da vida com a bondade e ternura de Maria.

É ser feliz e ajudar outros a serem felizes, a partir da descoberta e vivência do projeto de vida.

 

Um dia, o Senhor me chamou e convidou-me a segui-Lo mais de perto e eu disse “SIM”. Custou-me? Claro! Principalmente a separação dos meus pais e irmãos.

Hoje, sou feliz por pertencer a uma família religiosa que é toda de Maria! Aquela que Jesus nos deu como mãe e que Dom Bosco acrescentou: Maria é nossa Mãe e Mestra!

Ela caminha conosco na realização de nossa missão, junto com os jovens, crianças, priorizando os mais necessitados de amor e recursos para a sua sobrevivência. Queremos que sejam “bons cristãos e honestos cidadãos”!

“Servir ao Senhor com alegria!” Sl 95

 

Ao nascer, somos um ponto de luz do amor de Deus que Ele deixou transparecer do seu coração. Esta luz pode apagar ou ir crescendo e chegar a iluminar ao seu redor também. Gostaria de ser este ponto da luz de Deus que Ele acendeu um dia em mim, quando me chamou para o Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora.

Como aluna das FMA, em Silvânia-GO, frequentei também o Oratório, onde o meu encanto maior era observar o clima ali reinante entre nós e mais ainda a alegria das Irmãs que nos acompanhavam. Vidas simples e doadas, que nos conduziam sempre ao encontro com Deus na adoração ao Santíssimo e ao conhecimento de Maria e à devoção ao terço, que depois continuávamos a repeti-lo em nossas casas.

Minha vida continua também simples, na doação aos jovens por onde vou residindo. Procuro estar atenta para não deixar sem efeito a luz que um dia se acendeu em meu coração.

Deixe que o amor de Deus acenda a chama que pode fazer você brilhar como uma FMA entre os jovens, para as futuras gerações.

 

Com meus 42 anos de Vida Religiosa, eu sinto que pertencer ao Instituto das FMA foi a escolha mais certa para seguir Jesus Cristo, junto dos jovens e dos pobres.

Desde pequena, escolhi Nossa Senhora como Mãe. E, ao conhecer a Congregação, descobri que aqui seria o meu lugar, por ser uma congregação toda de Maria. Não importa onde estou ou o que faço, cada dia me sinto mais feliz, alegre com desejo de acolher a todos e todas.

Ser irmã de verdade de quem está ao meu lado e perceber no seu rosto no dia a dia o ar de felicidade. O amor de Cristo nos chama, nos reúne, nos ama e envia. O importante é estar disponível, desapegada e confiar. O resto Ele faz.

Ao entrar nesta congregação, sinto-me cada dia mais feliz e realizada.

 

A primeira coisa que me ocorre é: atender ao chamado de Deus para que me queria numa congregação que enaltece a figura de MARIA! No tempo de formação fui descobrindo a paixão de Dom Bosco pelos jovens, bem assim, a paixão de Madre Mazzarello pelas jovens. Adotei estas duas “paixões”, cada vez mais intensamente.

Sou muito feliz e se pudesse nascer outra vez umas cem vezes, outras tantas eu procuraria... SER SALESIANA.

Não é uma vida de grandes projeções, de composições de teorias, de livros, de novos métodos, mas uma “vida escondida em Deus”, na alegria da entrega dos pequenos grãozinhos colocados no grande “Monumento” da congregação! São tantas as graças! São tantos os sinais, são tantas as provas de que é este o meu lugar! Por isso sou feliz! Por isso gostaria que inúmeras jovens viessem provar esta felicidade que não se descreve bem, não se explica plenamente, mas que se vive e dá um valor especial aos nossos dias e dá, também, uma contribuição especial à difusão do Reino de Deus! E isto tudo, sob o olhar de Maria, tomada pela sua mão!

 

Minha eterna gratidão ao chamado que Deus me fez, gratuitamente!

No meio de tantas jovens, eu fui escolhida, meu obrigada eternamente.

Desde criança, em família, aprendi com os meus pais a amar Nossa Senhora “Imaculada”, que é amada por todos da minha família, ela tem um lugar especial na Fazenda do Porto Alegre, minha casa de onde saí para iniciar esta minha vida maravilhosa de Filha de Maria Auxiliadora.

Hoje sou muito feliz e espero, com a proteção materna de Nossa Senhora, que me sustenta a cada dia, chegar até o fim quando o Senhor me chamar para contemplá-Lo eternamente junto Dele.

Obrigada Jesus, obrigada Maria, minha mãe!

 

Com 61 anos de consagração religiosa, sou uma feliz Filha de Maria Auxiliadora. Sinto a presença de um Deus amoroso que me sustenta e continua me sustentando nestes meus 87 anos de vida.

A entrega a Deus pelos jovens foi e é a razão da minha resposta de fidelidade.

Maria Auxiliadora, eu a sinto como mãe que me orienta na resposta de cada dia.

 

O que significa ser Filha de Maria Auxiliadora?

É amanhecer e anoitecer no colo de Deus e nos braços da Virgem Auxiliadora, se relacionando com as pessoas e amando a juventude.

 

Filha de Maria Auxiliadora!!!

Salesiana de Dom Bosco e Madre Mazzarello!

Ser FMA é ser totalmente de Deus pelas mãos de Maria Auxiliadora.

Apaixonei-me pelo carisma Salesiano, por isso sou FMA, comungando o ideal de entrega incondicional, a toda prova, na trilha de Dom Bosco e Madre Mazzarello, alicerçada na Palavra e Vida de Jesus, “Caminho, Verdade e Vida”, com o sonho e missão de doar-me totalmente à Educação e formação das juventudes.

Estar “com e entre” os jovens foi sempre o meu sonho. Comecei aos 18 anos, nas escolas, com crianças, adolescentes e jovens, até o ano de 2016.

Hoje, infelizmente não estou presente fisicamente “com e entre eles”, mas me faço presente pela oração e os trago no coração.

Um dia, afirmei que queria morrer entre eles, mas Deus não quer assim.

Sofri muito... Relutei comigo mesma, mas curvo-me diante da obediência e da vontade de Deus.

 

Jesus nos ama!

Jesus nos chama!

Deus nos envia!

É na experiência cotidiana, no caminho de fé construído na vivência e convivência que vamos “ESCUTANDO” com nosso ser interior o que Deus quer de nós na nossa história e na história da humanidade.

As experiências, as aprendizagens, as quedas e os passos vão nos ajudando no discernimento, com as diversas mediações: familiares, educadores, acontecimentos etc.

Comigo foi assim: Da família ao ambiente salesiano... Fui encontrando respostas e dando resposta ao chamado de Deus. A atitude essencial: ESCUTA, sobretudo na oração. Fui participando mais de perto da vida e da missão das Irmãs. Atraída por Deus e pelo estilo de vida salesiano, assim respondi e iniciei o caminho formativo em 1982. “Passo a passo, pouco a pouco...” no seguimento de Jesus, como Filha de Maria Auxiliadora (FMA). No caminho, a resposta se faz todos os dias, na busca e na alegria, trilhando um caminho de santidade com os(as) jovens. Fiz a Primeira profissão em 1986.

São 33 anos de caminho de fidelidade.

 

Ser FMA é a maior graça da minha vida! É ser toda de Deus, apesar de toda limitação e pobreza.

Agradeço por estar até hoje na Congregação, porque me sinto da Congregação desde os meus 15 anos, no internato do Colégio de Ponte Nova, como Aspirante. Deus me escolheu, lá da roça para o Colégio, onde Dom Bosco e Madre Mazzarello já me esperavam sem nenhum merecimento. Obrigada!!

A bondade de Deus não tem tamanho e eu vou correspondendo na minha pequena medida, esperando a ajuda de Deus para cada dia que ainda me resta.

 

Comecei a ouvir o meu chamado quando adolescente. Senti forte o desejo de ajudar na comunidade na formação de crianças para a Primeira Eucaristia. Desde esse tempo, foi ficando forte seu chamado: ir ao outro levar a Palavra de Deus.

Mas a coragem de deixar tudo, o medo, foi adiando a resposta. Já adulta, com 35 anos, tomei coragem, com a ajuda de uma Irmã e respondi: “Eis-me aqui, Senhor, para fazer a tua vontade”.

Estou com 19 anos como Filha de Maria Auxiliadora na caminhada com a juventude Salesiana, vivendo na presença de Deus e de Maria Auxiliadora, levando a alegria do chamado.

 

Minha experiência de Vida Religiosa tem sido um dom, creio!

Dom para minha família, para a Igreja e para os jovens.

Carrego com alegria o tempo vivido como Salesiana, na comunidade, com a juventude, no projeto de formação dos jovens, a serviço da catequese, feliz porque o chamado do Pai introduziu-me na vida de Igreja, família e paróquia, que levaram-me à missão Salesiana.

Hoje, minha vocação tem esse nome que me alegro muito: Salesiana na Igreja!

Obrigada, formadoras no meu caminho!

Hoje, firme e presente na missão, enxergo, com fé, o tempo novo que se vislumbra no meu caminho!

Coragem! Fé! Alegria!

Avante, Mariza!

 

Hoje, com 93 anos de vida, louvo a Deus por ter me chamado a segui-Lo na vida Salesiana.

Como vejo que, com sua graça, pude vencer as dificuldades e os sofrimentos, para lhe ser fiel nestes 70 anos de consagração.

Contei sempre com a força de seu chamado e a proteção materna de Maria Auxiliadora!

Obrigada, Senhor!

 

Eu, Irmã Terezinha de Jesus Ferreira, com 73 anos de idade e 49 de Vida Religiosa Consagrada estou num momento da vida em que agradeço a tudo, principalmente a Vida Religiosa inserida nos méis populares, pois foi ali que aprendi a ser o que sou até hoje. Foram 31 anos de muita vida e experiências!

Nesta Vida Religiosa inserida aprendi a ver o outro lado da vida, a abrir outras janelas que estavam fechadas.

Hoje vivo agradecendo! Procurando viver a vontade de Deus que se manifesta no cotidiano!

 

Sou feliz... Filha de Maria Auxiliadora!

61 anos de profissão religiosa!

Coração sempre grato a Deus por me chamar à Vida Religiosa e a uma congregação das Filhas de Maria Auxiliadora.

Gostaria que todas se sentissem felizes como sou, sob as bênçãos de Maria Auxiliadora, Dom Bosco e Maria Domingas Mazzarello.

Desejo perseverar até o fim...

Obrigada, Senhor!

 

Ser Filha de Maria Auxiliadora, para mim, é fazer da minha vida uma entrega para os jovens, para que tenham vida em plenitude. A formação integral, centrada no bom cristão e no honesto cidadão, deve preparar o jovem para contribuir com a transformação da realidade. Um mundo novo é possível através de nós em comunhão com outras pessoas que desejam que o amor reine verdadeiramente entre os homens. O profetismo da Vida Religiosa é contribuir eficazmente para que o amor continue revelando a paz, a união, a verdadeira fraternidade, na gratuidade.

Fazer da vida esta entrega se torna envolvente, traz-nos felicidade. Amar... não tem limite até encontrar o limite do amor de Deus, que será eterno.

 

1960 – Uma noite, após o Natal, numa sala de aula, aproximadamente oito meninas com a Diretora, Irmã Nair Gonçalves, numa conversa boa sobre a vida... surgiu um “NOVO” para mim.

                Uma “noite”... um “NOVO” nasce!

                Primeira residência das Irmãs Filhas de Maria Auxiliadora – na Cidade Livre, depois chamada Núcleo Bandeirantes, Brasília.

                O “brotar do novo” aconteceu: Ir. Nair, com um toque em meu ombro me perguntou:

                - Véra, você quer ser Irmã?

                Fiquei embaraçada, pois pensava que pobre não podia se fazer Irmã... Mas tomei coragem e respondi:

                - Quero sim!

                E deste sim comecei o meu processo de formação. Tinha 13 anos.

                Graças àquele toque, já estou comemorando, neste ano de 2019, 50 anos de consagração!

                Obrigada Ir. Nair Gonçalves!

                Obrigada meus Deus!

                Sou feliz! Sou FMA!

 

Desde a minha primeira comunhão, senti um encantamento pela pessoa de Jesus Cristo. Queria ser toda dele. Até que, em 1944, fui para o internato, colégio Maria Auxiliadora, em Silvânia-GO. Atraída pela bondade e alegria das Irmãs, pedi para entrar no aspirantado, em Belo Horizonte. De lá para o postulado e, depois, o noviciado, em Cachoeira do Campo.

Em 6 de janeiro de 1953, fiz a profissão religiosa. Trabalhei um ano no Orfanato Maria Auxiliadora, em Cachoeira do Campo, e, em seguida, fui para a Itália, Instituto Sacro Cuore, em Turim, onde passei quatro anos. Foi um tempo muito bonito de feliz realização da minha vocação. E hoje, a cada momento, eu repito: “Oh, qual sorte...”, que maravilha! Sou Filha de Maria Auxiliadora.

 

Presença de generosidade e alegria constante no meio das crianças, adolescentes, jovens e comunidade educativa. Minha vocação surgiu sentindo todos os dias a presença e a alegria das Irmãs no Colégio Pio XII.

Fui interna por 10 anos. Lá, respirei e foi vida para mim a alegria das Irmãs, o sorriso carinhoso, o cuidado como cada uma e o jeito simples e muito próximo com a gente. Manhã, tarde e noite eu sentia e percebia nos gestos, no olhar, na palavra, o carinho de cada uma.

Todos estes anos, convivendo com as Irmãs, nasceu no segundo ano de magistério (aos 17 anos) a vocação à vida religiosa consagrada.

FMA consagrada na alegria feliz peça opção: ser FMA.

 

Sou Ir. Raquel Vieira da Luz, tenho 35 anos de Vida Religiosa salesiana. Minha vocação iniciou com o contato com as Irmãs. Desde os seis anos de idade, ingressei meus estudos com as FMA no Patronato Madre Mazzarello, em Anápolis, participei do oratório aos domingos e continuei estudando no Colégio Auxilium. Ao ver a vida das Irmãs, a alegria que elas transmitiram e a doação às meninas pobres, me fez doar, também, minha vida a eles.

Sou muito feliz de poder ser FMA, procuro fazer tudo pela missão e me empenho cada dia na busca da presença de Deus que me sustenta por meio da oração, meditação e convivência fraterna com minhas Irmãs de comunidade.

Tenho sangue salesiano, respiro o Sistema Preventivo, amo a vida salesiana, se fosse para começar tudo de novo, faria com o mesmo entusiasmo.

Sou FMA realizada e feliz! Fazer parte dessa família salesiana é um privilégio e agradeço todos os dias a Deus por ter me escolhido para segui-lo e quero ser fiel até o último dia de minha vida.

 

Minha vocação é um dom do amor de Deus. O chamado a ser salesiana nasceu do testemunho alegre e feliz das Irmãs que eram dedicadas à missão educativa e pela presença no pátio. Presença-escuta, acolhida e doação.

Jesus Cristo era anunciado com a vida, e é essa vida feliz que busco viver junto às crianças e jovens onde estou, sendo também uma presença significativa para testemunhar o amor de Deus.

 

Sou Ir. Nádia Laurindo Chaves, tenho 37 anos de idade e 13 anos de Vida Religiosa. Nasci na cidade de Maceió, no estado de Alagoas, no dia 13 de julho de 1981, ano da primeira visita do Papa João Paulo II. Tenho duas irmãs, cresci no interior de Alagoas, numa família de comerciantes, educadores e políticos.

Aos 8 anos era encantada com a vida das irmãs claretianas, que moravam perto da minha casa, mas também era apaixonada pelas passarelas e pela advocacia. Comecei a desfilar aos 10 anos e daí em diante ganhei todos os títulos da cidade, chegando ao último título de miss, não pude continuar por proibição de meu pai. Passei por uma fase de muita rebeldia em casa e daí fui convidada a fazer um retiro com os jovens da cidade. O Evangelho do Filho Pródigo e a vida de Santa Teresa de Jesus me tocaram profundamente. Então, entrei num conflito entre dedicar a vida a Deus e ser advogada para defender as crianças pobres do oratório salesiano.

O discernimento veio por meio de duas frases: “O Senhor colocou-nos no mundo para os outros” e “Façamos o bem enquanto temos tempo”. E contra a vontade da família e dos amigos, deixei tudo para acolher o projeto misterioso de Deus, com a confiança no desconhecido caminho vocacional, na companhia fiel de Jesus Cristo.

 

Sou Irmã Mônica Maria Santana, vivo hoje o trigésimo sexto ano da minha profissão religiosa.

Experimento hoje como se fosse o dia seguinte da minha profissão. São ou foram, dias vividos com muita intensidade, com muitas alegrias, desafios e lágrimas também. Amizades construídas e provadas na dor.

Hoje, minha maior alegria é sentir-me nas mãos de Deus, Ele conduziu-me até aqui e continua sintetizando minha vida.

A minha história é escrita a três mãos: pela mão de Deus, de Nossa Senhora Auxiliadora e por minha mão.

 

Me chamo Ir. Maria Oneide Guedes de Freitas, tenho 31 anos de Vida Consagrada Religiosa Salesiana.

Sinto-me feliz, realizada e agraciada por ser Filha de Maria Auxiliadora. Minha vocação despertou como uma sementinha que foi lançada numa terra fértil e, aos poucos, foi crescendo, abrindo-se ao outro e ao grande Outro, que é Deus.

Ser Filha de Maria Auxiliadora, hoje, é poder entregar a vida com entusiasmo, em prol das crianças, adolescentes e jovens. São eles que dão sentido à minha vida consagrada.

 

O que me atraiu para a vida religiosa foi a convivência feliz das Irmãs do Colégio Auxilium, em Anápolis. Lá, eu estudava à noite e trabalhava durante o dia. Nessa convivência quase diária, foi ficando mais forte o meu desejo de me tornar também salesiana.

Para mim, o mais difícil foi deixar a convivência com a minha família, mas, com a graça de Deus, aos poucos, fui me preparando para essa resposta definitiva que já faz 37 anos, vividos com alegria e dedicação aos destinatários que me foram confiados.

Quando Deus chama, Ele dá a força da perseverança.

 

Sou imensamente grata a Deus pela minha vocação: FMA. Viver a vocação é um processo contínuo que vai se renovando e crescendo, tendo como base o amor de Deus que nos refaz, interpela e nos enche de alegria.

Como Maria, quero viver minha vocação com amor e alegria no cotidiano da vida. Sou muito feliz e agradeço a Deus por este grande dom.

 

Ser filha de Maria Auxiliadora é responder, com gratidão, ao chamado de Deus. É dizer Sim. Um sim que se prolonga durante toda a vida e se renova a cada dia.

Durante todos estes anos como religiosa, pude perceber que o caminho se faz seguindo os passos de Jesus, com Maria, com minhas Irmãs de caminhada, com a Igreja, com o povo e, principalmente, com os jovens.

 

Para mim, a alegria de ser FMA é viver a entrega a Deus, na comunidade, em meio à juventude, aos adolescentes e às crianças.

Sinto-me feliz por ser uma pessoa realizada em minha missão, na entrega sem reservas. Procuro viver em harmonia e paz, mesmo nas dificuldades da vida.

 

Na adolescência, buscando o que fazer da minha vida, sentia o desejo de me entregar toda ao Senhor. Percebi que a Vida Religiosa poderia ser um caminho, isto me deixou feliz. Conhecia as Irmãs do meu colégio, tive a oportunidade de conhecer outras congregações, mas fui sentido que na educação/formação de crianças e jovens poderia realizar meu sonho de evangelizar.

Quando revelei meu segredo a meus pais, minha mãe disse: “Filha, não pense que será fácil. Qualquer escolha que fizer para ser uma vida bem vivida não será fácil. O que sempre peço a Deus é que vocês sejam felizes”.

Hoje, depois de 34 anos de consagração posso dizer: sou muito feliz, os desafios fazem parte da caminhada, mas Deus está sempre conosco. A vida comunitária é um caminhar juntas e a missão é meio de realizar a entrega a Deus, razão de nossa vida... Sou muito feliz, só tenho o que agradecer a Deus e ao Instituto.

 

Mais que uma grande alegria, é um privilégio ser chamada a seguir Jesus, colaborando em sua missão e no projeto do Reino, vivendo a consagração do Batismo. Ser consagrada implica em optar por um estilo de vida fundamentada nos Conselhos Evangélicos, que se traduz no amor a Cristo e à Igreja, e também na convivência fraterna vivida em comunidade onde fortifica a ação apostólica.

Fui chamada muito jovem e hoje com meus 37 anos de votos, sinto-me feliz em fazer parte de uma família religiosa que tem seus fundamentos na devoção a Maria, como Mãe e Auxiliadora, e um grande amor à Igreja que, neste momento da história, pede-nos que estejamos em saída, livres das amarras que nos acomodam, e nos dá segurança.

 

Não tem como falar da alegria de ser FMA sem me emocionar, sem sentir o coração bater mais forte, na certeza que bate por uma razão maior e eu sei o porquê de cada batida, o amor da entrega, de escolher Deus para sempre.

Cada vez que penso nesse dom precioso que Deus me deu, meu coração transborda de alegria, e a única coisa que consigo fazer é agradecer a Deus por ter me chamado a ser FMA, por me chamar a dedicar toda a minha vida às juventudes, assim como fizeram nossos fundadores: Dom Bosco e Madre Mazzarello.

 

Ser FMA é levantar-se todos os dias, entregar-se no coração de Deus, receber os jovens no portão, olhar nos seus olhos e dizer bom dia com alegria e entusiasmo.

Ser FMA é ser presença discreta, forte e feliz no meio dos jovens, quer seja no pátio, nos corredores, nos encontros de grupos...

Ser FMA é ter um coração cheio de Deus para derramar entre as pessoas todos os dias.

Ser FMA é configurar-se com a pessoa de Jesus Cristo para ser presença amorosa, cheia de ternura, compaixão, alegria, paixão...

Ser FMA é superar-se para transfigurar-se em Jesus no chão das circunstâncias da vida.

Ser FMA é apaixonar-se pela própria vida em Cristo, pela vida do “outro jovem” e estar disponível para a construção do Reino de Deus, no chão das circunstâncias desafiadoras da missão!!!...

 

Há mais de 61 anos, Deus me escolheu e me conduz! Só o tempo me fez sentir e compreender o quanto Deus me ama e me fortalece no meu dia a dia. Sou muito feliz! Muito agradeço a presença de Maria, mãe e auxiliadora, e as comunidades por onde passei, que me ajudaram a ir superando, aos poucos, as minhas fragilidades e estar aqui seguindo o caminho que Deus me pede e me conduz. Sou uma FMA muito feliz!

 

Eu sou um projeto único e pessoal de Deus. Ele quis contar comigo para a realização da história da salvação. “Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo 10,10). E me prometeu: “Não temas, eu estarei contigo” (Is 43,1-5). Assim, como disse para Moisés: “Vai, não tenha medo. Eu estarei contigo”, ele diz para mim continuamente.

Acreditando em suas palavras, eu vou caminhando. Acreditando e sentindo a sua presença eu vou me entregando à missão com as crianças, adolescentes e jovens no Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora, tentando ser uma pedra viva nesse monumento de gratidão de Dom Bosco a Maria Auxiliadora, que tudo fez em sua vida.

 

Sou Ir. Hélia Inácia Monteiro e sou Filha de Maria Auxiliadora há 31 anos. O chamado a seguir Jesus, deixando tudo para pertencer a uma família religiosa e entregar a vida pela evangelização dos jovens, aconteceu-me aos 18 anos de idade, quando eu já era professora em uma escola salesiana, onde eu havia estudado até a 8ª série. Ao conviver com as Irmãs e com os alunos e sentir a grande alegria de participar, de doar o melhor de mim, fui ampliando também minha presença na Igreja, no grupo de jovens, no oratório festivo e fui sentido que gostaria de adotar este estilo de vida para sempre. Assim comecei a participar de encontros vocacionais, encontros de jovens que me ajudaram a entender a profundidade do chamado de Deus e a responsabilidade que eu tinha de dar uma resposta ao Deus da vida, que me chamava e me chama a cada dia a ser sinal do amor para as crianças, adolescentes e jovens, especialmente para os mais pobres.

A congregação me proporcionou experiências lindas de formação, ajudando-me a compreender e amar o jeito de viver como Dom Bosco e Madre Mazzarello, nossos fundadores. Por isso, com alegria, continuo renovando a cada dia minha resposta a Deus, buscando ser fiel ao seu chamado de seguir Jesus, nas trilhas de Dom Bosco e Madre Mazzarello.

 

Sinto-me muito feliz em ser FMA, perceber a sabedoria divina na dinâmica do meu chamado. Ele me chamou sem dizer como seria. Eu respondi ao seu convite há 35 anos. Em todos os momentos, Ele caminhou comigo, vislumbrando passo a passo da minha caminhada. Nos momentos mais difíceis, me carregou no colo, pois seu cuidado amoroso e fiel nunca me abandonou.

Meu coração canta de alegria e gratidão pelo dom da minha vida-missão em favor das crianças, adolescentes e jovens.

“Eu vim para que todos tenham vida”. A minha vida é um presente de Deus e o que eu faço dela é o meu presente para o Senhor.

 

“Aquele que chama é fiel.”

 

Vocação é esta busca de ir respondendo no cotidiano a este chamado de Deus. É ter um coração “povoado” por Deus e pelos irmãos. É ser grata à fidelidade de Deus que está sempre presente na minha vida e nas minhas buscas. “Tudo por causa de um grande amor”.

 

“Maria, minha mãe terna e amável, contigo quero aprender a dizer: eis-me aqui!”

 

Como bem nos diz Dom Bosco: “Nossa vida é um presente de Deus. O que fazemos dela é o nosso presente a Ele”. É uma grande alegria fazer de nossa vida sinal e expressão do seu amor.

Ser salesiana é buscar viver cada dia, conforme nos ensinou Dom Bosco e Madre Mazzarello, é a paixão pela vida e pelo Senhor da vida, doando-nos por inteiras na missão a nós confiada.

Maria, nossa mãe e Auxiliadora, nos protege com seu manto de amor e nos convida a sermos, a seu exemplo, também Auxiliadoras na vida de tantas crianças e jovens.

 

Sou Ana Maria, filha de Antônio Fernandes e Maria Eva, já na eternidade. Tenho 11 irmãos e 149 sobrinhos. Amo muito minha família, na qual nasceu a minha vocação. Sou goiana, natural de Bela Vista de Goiás.

Neste ano de 2019, estou celebrando Bodas de Ouro – 50 anos de vida consagrada, como Filha de Maria Auxiliadora, salesiana de Dom Bosco e Madre Mazzarello, fascinada por Deus.

Posso afirmar que encontro dificuldades, desafios, obstáculos, cruzes, próprios de quem segue Jesus de verdade... Mas sempre sou ancorada pelo Pai Eterno, iluminada e fortalecida pelo Espírito Santo e Jesus, Irmão querido que nunca me abandonou. É uma presença viva passo a passo. É grande a alegria!

Centenas de crianças, adolescentes, jovens e adultos já passaram na minha vida e tenho a alegria de deixar a eles simplesmente o amor a Jesus. É o meu objetivo.

Se você, jovem, sente no seu interior um chamado de Deus, não lhe negue o seu SIM! VALE A PENA!

Vale a pena ser de Jesus para sempre! Coragem! Deus faz o resto.

 

Há 53 anos sou uma FMA. Sigo feliz construindo dia a dia este caminho, no seguir Jesus Cristo com fé, coragem e na disponibilidade ao projeto de Deus.

O Sim de Maria me impulsiona a dizer Sim a Deus na missão diária junto à juventude.

Já passei por dificuldades, medos e dúvidas, mas a graça de Deus foi forte e me ajudou a superar tudo isto.

Minha alegria é contar com a fidelidade de Deus e sigo feliz esta vocação, disposta a abraçar a vida em favor da vida de tantas pessoas. Deus conta comigo e me abraça com seu infinito amor.

 

Maria Diana Aguiar Azevedo - Inspetoria Santa Teresinha (BMT) – Noviça

 

Sou indígena, da etnia Tukano, de São Gabriel da Cachoeira-AM, tenho 24 anos. O chamado vocacional iniciou por meio da presença das Irmãs Salesianas - Filhas de Maria Auxiliadora (FMA) na minha pequena cidade Pari cachoeira, na qual as irmãs exerciam um trabalho muito bonito com o povo, principalmente com os jovens, animavam as pastorais, davam formações e viviam felizes.  Participando de um dos encontros juvenis que tinha como tema “O Projeto de Vida Pessoal”, me questionei e refleti sobre “Qual é o sentido da minha vida? O que Deus quer de mim?”.

Olhando a vida das irmãs e a missão delas com o povo me senti atraída e algo no meu ser me deixou inquieta. Foi então que decidi fazer a experiência vocacional e manifestei o meu desejo à minha família e às Irmãs. Foi então que no ano de 2015, após concluir o Ensino Médio, resolvi dar início à etapa formativa do Aspirantado. Sou feliz por ter dito o meu “SIM” à vocação salesiana, pois sinto que Deus me sustenta através das pessoas que coloca em minha vida. SOU FELIZ POR SER SALESIANA INDÍGENA!